O “júri da década”, assim foi denominado o julgamento de três dias que resultou na condenação dos réus Jamil Name Filho, o Jamilzinho, Marcelo Rios e Vladenilson Olmedo pela morte do estudante de Direito, Matheus Coutinho Xavier e teve, inclusive, a mãe do jovem, advogada Cristiane Coutinho como assistente de acusação.

A banca de jurados concordou com a tese do Ministério Público Estadual, resultado da Operação Omertà, de que eles integram milícia responsável pelo fuzilamento do estudante há 4 anos. Os tiros que acertaram o jovem eram destinados ao pai dele, Paulo Xavier, o PX.
Depois de três dias de acusações, defesas, debates efusivos e do discurso emocionante da mãe do jovem os réus receberam penas que, somadas, ultrapassam 58 anos de detenção.
Dr. Eugênio Malavasi atuou na defesa de Jamilzinho. O caso virou documentário da Globoplay, que detalha a investigação contra a máfia do jogo do bicho em Campo Grande e o julgamento do grupo pela morte de um jovem inocente. Produção de Marta de Jesus, direção e roteiro de Gustavo Arakaki.